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O mapa
Assim como você não pode praticar mountain biking sem uma bicicleta, também não há como fazer Orientação sem um mapa. Um orientador pode usar qualquer tipo de mapa, mas existem aqueles próprios para Orientação e isso torna o esporte muito mais interessante. Eles são bastante detalhados e mostram vários detalhes do terreno - pedras, cupins, arbustos, etc que propiciam uma navegação mais precisa - além da vegetação, dos acidentes topográficos e hidrográficos e das alterações feitas pelo homem.
Mapa na escala 1:15.000, específico para Orientação
Nos primórdios da Orientação eram utilizados mapas na escala de 1:100.000, hoje os mapas específicos para o esporte tem escala de 1:15.000 ou 1:10.000 com intervalos de curvas de nível de 5 metros. Em park orienteering, usam-se mapas com escala de até 1:3.000 e intervalo de curvas de nível de 2,5 metros.
Você não faz mountain biking sem saber andar de bicicleta, certo? Da mesma maneira não se orientará se não souber ler o mapa. Essa habilidade é fundamental na prática desse esporte. E não e tão dificil assim !
Os mapas são representações do terreno com base numa simbologia. Assim, sabemos que acidentes hidrográficos, por exemplo, são representados em azul. Acontece que a simbologia usada em mapas de Orientação é diferente da usada em mapas topográficos comuns. Enquanto nesses a cor branca, por exemplo, representa uma área aberta, naqueles significa uma floresta de fácil progressão, como as florestas de eucaliptos.