O percurso de Orientação

Imagens/simbnavi.jpg (2100 bytes) Corrida de Orientação Imagens/picotador.gif (2462 bytes)

O percurso

O percurso de uma prova de Orientação indica os pontos do terreno que devem ser visitados pelo atleta, mas é este quem deve escolher o melhor caminho para chegar até os controles. Consta de um ponto de partida marcado por um triângulo no mapa; uma série de controles marcados por círculos e um ponto de chegada marcado por dois círculos concêntricos. Geralmente, a numeração dos pontos indica a ordem em que devem ser visitados, mas existem modalidades em que o próprio corredor escolhe quais pontos serão visitados e em que ordem. O grande fascínio da Orientação vem justamente desta peculiaridade: o atleta deve estar sempre raciocinando em cima do mapa e do terreno, buscando decidir qual o melhor caminho para atingir seu objetivo enquanto está progredindo de uma posição para outra em florestas, num bosques, montanhas, pântanos, em resumo: num terreno selvagem que lhe é totalmente desconhecido. Entenda-se como "melhor" caminho aquele que é o mais rápido, menos desgastante, mais seguro e preciso para as habilidades do orientador.
PrismaCada círculo do percurso no mapa indica no terreno a localização exata do que se chama prisma, uma espécie de bandeirola vermelha e branca que indica que ali está o ponto de controle procurado. Mas como o atleta prova que passou por todos os controles do percurso marcado no mapa? No momento da partida (ou antes dele) ele recebe o seu cartão de controle que contém uma planilha onde constam as descrições do lugar exato onde está o prisma. Nesses prismas existem picotadores (uma espécie de grampeador) que o orientador deve usar para fazer uma marca específica no seu cartão de controle. Ela funciona como um código que comprova que o atleta passou por ali.
Abaixo temos um exemplo de cartão de controle:

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